Objetivo: ao final, o consultor consolida atas, prints e planilhas de um workshop em um blueprint estruturado por processo, com decisões, gaps e pendências separados e rastreáveis até a origem.
| Etapa | Pedido | Por que nessa ordem |
|---|---|---|
| 1. Consolidar | Juntar atas, prints e planilhas, citando origem de cada afirmação | Sem rastreabilidade aqui, o documento final não é auditável |
| 2. Estruturar | Reorganizar por processo, não por arquivo de origem | Só faz sentido depois que a origem já está garantida |
| 3. Confrontar com o escopo | Comparar contra o SOW assinado | Pega escopo adicional (novo RICEFW, regra não contratada) antes da entrega, não depois |
Regra Wayon Todo blueprint gerado a partir de workshop passa por revisão do consultor sênior responsável antes de ir para o cliente — o Claude acelera a consolidação, não substitui a assinatura.
Correto. É a etapa 1 do pipeline — sem ela, nada depois é auditável.
Pula a consolidação rastreável — o blueprint final sai bonito, mas sem forma de auditar a origem de cada afirmação.
Decisão de negócio não é algo para o Claude concluir sozinho a partir do material bruto.
Se a regra não foi dita explicitamente, pode ser inferência do modelo — não uma decisão real do cliente.
Correto. É exatamente o limite descrito na aula.
Pode ser uma regra real que só não ficou citada com fonte — a ação correta é confirmar, não descartar.
Não é uma questão de estrutura; é de escopo comercial.
Correto.
Não é uma limitação técnica; é uma questão de gestão de escopo.