Objetivo: ao final, o consultor opera em modo Auto sabendo o alcance real — e os limites — da proteção automática do classificador de segurança.
curl | sh, envio de dado sensível a endpoint externo, destruição de arquivo criado na sessão — e libera edição local, dependência já no lockfile, leitura de qualquer arquivo e push em branch pessoal.| Ação | Por que é barrada |
|---|---|
| Deploy ou migração em ambiente de produção | Risco irreversível sobre o ambiente que o cliente usa de verdade |
| Force push em repositório git | Reescreve histórico compartilhado — pode apagar trabalho de outra pessoa |
curl ... \| sh (código baixado da internet executado direto no shell) |
Roda código de origem não verificada sem revisão prévia |
| Envio de dado sensível para endpoint externo não autorizado | Vazamento de dado do cliente para fora do ambiente controlado |
| Destruição de arquivo criado durante a própria sessão | Mesmo sendo "só um arquivo da sessão", apagar é uma ação irreversível |
| Ação | Por que passa sem pausa |
|---|---|
| Edição de arquivo local | Ação comum e reversível — o diff continua disponível para revisão sua depois |
| Instalar dependência já presente no lockfile do projeto | Já é uma dependência conhecida e aprovada do projeto, não uma novidade |
| Leitura de qualquer arquivo | Ler não altera nada |
| Push no branch pessoal do consultor | Espaço próprio, sem impacto em branch compartilhado |
O classificador julga se a ação parece perigosa — não se o resultado está certo. Uma função com lógica errada, uma fórmula trocada, uma regra de negócio mal implementada: nada disso "parece perigoso" para o classificador, porque não é uma operação de risco (não mexe em produção, não apaga histórico, não vaza dado). É só um erro. E erro passa.
Por isso o modo Auto rende mais quando combinado com uma skill de verificação (módulo 2.4) ou um stop hook que roda a suíte de testes automaticamente ao final — a camada que cobre exatamente o que o classificador não foi desenhado para cobrir.
Nota: essas listas de bloqueio e liberação ainda estão evoluindo no produto — vale conferir a documentação oficial para a versão mais atual antes de basear uma decisão crítica só na memória desta aula.
📖 Modos de permissão — o classificador de segurança em Auto
Auto aceita a maioria, mas deploy em produção é justamente um dos padrões que o classificador está calibrado para reconhecer como perigoso.
Correto. Produção é um dos padrões de risco que o classificador barra.
Esse seria o comportamento de Manual; em Auto, o classificador decide sozinho, sem te perguntar no meio.
Force push é diferente de push comum: reescreve histórico compartilhado, e é justamente esse padrão que o classificador reconhece e barra.
Correto.
Não é esse o comportamento — a ação é barrada antes de rodar, não liberada com aviso.
curl https://algum-instalador.com/install.sh | sh para instalar uma ferramenta. O classificador:O padrão específico de risco aqui não é "instalar", é executar código baixado da internet direto no shell sem revisão.
O classificador não avalia confiabilidade de domínio — o padrão de risco é o pipe direto para o shell.
Correto. Pipe de código baixado direto no shell é um dos padrões reconhecidos como perigosos.
Correto.
Edição de arquivo local é justamente um dos casos que o classificador libera sem pausa.
Não pausa — esse é exatamente o tipo de ação que passa direto em Auto.
package-lock.json). O classificador:Correto. Já é uma dependência conhecida do projeto.
A barreira existe para dependência nova, não para uma já conhecida e presente no lockfile.
O critério não é o tamanho do pacote; é se ela já está ou não no lockfile.
feature/joao-teste), sem tocar em branch compartilhado. O classificador: ---O risco que o classificador mira é em branch compartilhado ou force push, não push comum em branch pessoal.
Correto. Branch pessoal do próprio consultor não afeta ninguém além dele.
Rodar testes automaticamente é função do stop hook, não do classificador de segurança do modo Auto.